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Propostas da indústria para elevar a competitividade do país são destaque do Relatório de Sustentabilidade da CNI

O lançamento dos 42 estudos com propostas para elevar a competitividade do Brasil, entregues aos candidatos à Presidência da República no ano passado, é o principal destaque no Relatório de Sustentabilidade 2014 da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Lançado nesta segunda-feira (8), ele traz vídeos com depoimentos de executivos de grandes empresas, como Cledorvino Belini, presidente da Fiat Chrysler para a América Latina, e Décio da Silva, presidente do Conselho de Administração da WEG, sobre a importância dessa iniciativa e as expectativas em relação à adoção dessas propostas pelo governo.

Na época de lançamento das propostas, o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, destacou a importância da parceria entre os setores público e privado para tornar o país mais competitivo. “Uma agenda ambiciosa, mas factível, para estimular a economia nacional pressupõe o aprimoramento da parceria entre o setor público e a iniciativa privada. É essencial a criação de uma instância para discussão e adoção de medidas capazes de estimular o crescimento num ritmo mais vigoroso”, afirmou Andrade.

O Relatório de Sustentabilidade 2014, nas versões impressa e web, traz ainda a gestão e os resultados do ano passado das demais entidades nacionais do Sistema Indústria: o Serviço Social da Indústria (SESI), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e o Instituto Euvaldo Lodi (IEL). O site está mais moderno e dinâmico, com gráficos animados e vídeos que mostram depoimentos de empresários e de colaboradores.

De acordo com o diretor de Comunicação da CNI, Carlos Barreiros, o documento é um importante instrumento de diálogo com os públicos do Sistema Indústria. “Contribui para o aperfeiçoamento das práticas e resultados do Sistema para que efetivamente possamos apoiar a construção de um ambiente mais favorável aos negócios e tornar o país mais competitivo internacionalmente”, destaca Barreiros.

RESULTADOS – Em relação aos resultados do SENAI, é destaque a inauguração de quatro Institutos de Inovação – para desenvolver projetos de inovação e pesquisa aplicada – e seis de Institutos de Tecnologia – para oferta de serviços técnicos e tecnológicos para a indústria. Ao todo, R$ 1,9 bilhão está sendo investido nas unidades.

Além disso, a instituição realizou 3,6 milhões de matrículas em educação profissional e inaugurou 22 novas unidades móveis para ofertar 89 cursos em 13 áreas tecnológicas. A entidade destinou, ainda, 68,3% da receita líquida de contribuição compulsória para oferta de vagas gratuitas na educação profissional. De acordo com o regimento do SENAI, a meta de gratuidade para 2014 era de 66,6%.

O SESI beneficiou mais de 4,5 milhões de trabalhadores da indústria em serviços de segurança e saúde no trabalho e 3,3 milhões de trabalhadores de 2.341 empresas em programas para promover uma vida mais saudável, em campanhas de melhoria dos hábitos alimentares, entre outros. A instituição teve ainda 2,1 milhões de matrículas em sua rede de escolas que ofertam a educação básica. Na Educação de Jovens e Adultos, foram beneficiados mais de 217 mil alunos. Ao todo, foram destinados 53,8% da receita líquida compulsória da entidade para ações de educação básica e continuada e 23,2% para a gratuidade. O regulamento estabelece a meta de 33,3% desses recursos para a educação básica e a continuada e 16,67% para a gratuidade.

O IEL capacitou 40,9 mil empresários e dirigentes empresariais em cursos de educação executiva, palestras e workshops. Ao todo, a entidade atendeu mais de 23 mil empresas em programas de estágio e realizou parceria com 10,4 mil instituições de ensino em todo o país.

GOVERNANÇA – O relatório destaca ainda que a CNI pretende estar entre as melhores empresas para se trabalhar. Para isso, desenvolve, desde 2012, o Programa Evolua, que busca conjugar o desenvolvimento dos funcionários com a constante melhoria dos resultados. Em 2014, as quatro entidades nacionais do Sistema Indústria empregavam 907 pessoas. Entre os avanços na gestão de pessoas, está a Pesquisa de Clima, feita no ano passado com 509 funcionários, que apontou a CNI como um excelente lugar para se trabalhar por 80% dos respondentes.

Além disso, pela primeira vez, o relatório traz o desempenho ambiental das instituições do Sistema Indústria. Para se ter uma ideia do ganho de eficiência das entidades, foi reduzido em 20% o consumo de água e em 7% o de energia na sua sede, em Brasília, em 2014 ante 2013. A economia foi possível graças a uma ampla campanha de conscientização feita com funcionários e também pela troca de equipamentos antigos por tecnologias mais modernas e eficazes, como, por exemplo, a instalação de torneiras de pressão nas pias dos banheiros.

SustentabilidadeO documento mostra que a CNI e o SENAI fizeram ainda esforços para reduzir os efeitos de emissões de gases estufa em eventos. Foram plantadas quase 17 mil árvores na região da Mata Atlântica para compensar as mais de 2,3 mil toneladas de gás carbônico emitidas durante a Olimpíada do Conhecimento , torneio de educação profissional organizado pelo SENAI, o CNI Sustentabilidade e o 9º Encontro Nacional da Indústria (ENAI).

De acordo com Barreiros, os aspectos ambientais são cada dia mais importantes para a sociedade e a mensuração desses dados estão no cotidiano de indústrias em todo o país. “Além de promover ações para incentivar empresas a economizar recursos, como a campanha Entre Nessa Corrente, de eficiência energética, a CNI também dá o exemplo ao gerir e criar alternativas para economizar o uso de recursos como água, papel e energia no cotidiano da entidade”, completa o diretor de Comunicação.

(Agência CNI de Notícias – 08/06/2015)

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